Início do século II d.C. Conhecido apenas por uma vida lendária anônima. Depois da morte de sua mãe, pela qual ele foi responsável, impôs a si mesmo um voto de silêncio e foi, por isso, representado como um pitagórico. Ainda assim, diz-se que, no final de seus estudos, ele retornou à sua terra natal, "exibindo o ascetismo do cão, carregando um bastão e um alforje e deixando os cabelos e a barba crescerem."
O imperador Adriano tentou em vão fazê-lo romper o voto de silêncio, embora ele de fato tenha concordado em responder a vinte perguntas do imperador sobre temas filosóficos. Essas perguntas estão preservadas juntamente com a vita anônima. Poderíamos indagar se Segundo deveria ser identificado com o rétor ateniense de mesmo nome, que era conhecido como "o Chefe", professor de Herodes Ático, mencionado por Filóstrato (Vidas dos Sofistas 1.26).
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