Árria


Árria e Cecina Peto, escultura do Louvre


ÁRRIA (Arria), estóica, século I DC


Depois do fracasso da conspiração de Escriboniano (42 DC), um dos envolvidos, Cecina Peto (cônsul em 37), aprendeu com sua mulher Árria como deveria morrer. Ela apunhalou-se, dizendo: "Não dói, Peto". Sua filha, também chamada Árria, foi contida com dificuldade para não repetir o ato da mãe, quando seu marido Trasea Peto cometeu suicídio em 66.

Fânia, filha desta Árria e neta da mais velha, casou-se com Helvídio Prisco. As duas Árrias estavam no centro da tradição dissidente do fim do século I DC, embora a mais jovem tenha sobrevivido para conhecer dias melhores no tempo de Nerva.





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Filósofo por paixão. Ex-seminarista da Ordem dos Franciscanos. Humanista. Áreas de interesse: Cinismo; materialismo francês; Sade; Michel Onfray; ética. Idealizador e escritor do Portal Veritas desde dez/2005.